Descrição
SOCIAL WEB
Social Web
A Social Web é uma empresa comercial com objetivos sociais. Comercial, porque seu negócio é a venda de produtos pela Internet. Com objetivos sociais, porque os produtos que comercializa são originários de parte Organizações Não-Governamentais (ONGs) e têm parte da sua receita revertida para essas organizações.
Para viabilizar a empresa, recorre-se a uma estrutura enxuta: há apenas um funcionário. As tarefas diárias são muitas, entre elas o atendimento ao cliente, a estocagem de mercadorias, o empacotamento e endereçamento de pedidos, a elaboração de relatórios, a busca de novos parceiros, o pagamento de contas de serviço e tributos, a preparação de textos para a imprensa e de e-mail marketing para os mais de 4 mil internautas cadastrados na Social Web. Para manter essa estrutura, o investimento em 2006 girou em torno de R$ 30 mil.
Fundada em janeiro de 2003 em Sorocaba, São Paulo, a Social Web iniciou suas atividades em junho do mesmo ano, contando com três projetos sociais parceiros: o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, a Associação de Apoio ao Projeto Quixote e a Associação Arte Despertar. Nessa primeira fase, o dia a dia da empresa destinava-se a pesquisas de fornecedores (provedores de hospedagem de sites de comércio eletrônico, operadoras de cartão de crédito, bancos que fazem cobrança pela Internet, programadores e web designers, empresas de logística, advogados e contadores) e parceiros (ONGs dispostas a iniciar a exploração da internet como canal de captação de recursos).
Sua segunda fase de atividades teve início em junho de 2003. Com toda a estrutura preparada e o respaldo dos três primeiros parceiros, foi inaugurado o site de comércio eletrônico www.socialweb.com.br. Entretanto, fatores como pouquíssimo capital de giro, nenhuma verba publicitária, falta de apoio por parte de empresas privadas, ausência de uma carteira de clientes, pouca experiência e centralização das vendas no site fizeram do segundo semestre de 2003 um período muito difícil, de muitos questionamentos e poucos resultados. Apesar do cenário desfavorável, foi essa excelente experiência que possibilitou preparar o terreno para mudanças.
A terceira fase iniciou-se em 2004. Três objetivos estavam traçados: aumentar o número de ONGs parceiras, descentralizar as vendas e buscar parceiros privados. Atestando a concretização do primeiro desses objetivos, sete novas ONGs parceiras aderiram à Social Web. São elas: Associação para o Desenvolvimento, Educação e Recuperação do Excepcional, APAE de São Paulo, CARE Brasil, Instituto de Pesquisas Ecológicas, Associação Vagalume, Projeto Conexão e Associação Rodrigo Mendes.
Na busca por atingir seu segundo objetivo, a empresa descentralizou suas vendas, que passaram a ser feitas por intermédio de links nos sites das ONGs associadas. Esses links direcionavam os internautas a lojas customizadas das entidades parceiras (por exemplo, www.socialweb.com.br/care e www.socialweb.com.br/graacc). Apenas no terceiro objetivo dessa fase – encontrar parceiros junto à iniciativa privada – a Social Web não obteve êxito. De qualquer forma, o crescimento da média mensal de receita destinada aos parceiros foi de 33%.
Em 2005, foram mantidos os três objetivos estabelecidos em 2004. A empresa cresceu em número de ONGs parceiras, de 10 para 20 – com destaque para grandes marcas, como a Fundação Ação Criança, as Casas André Luiz e a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia –, e as vendas foram ainda mais descentralizadas. Novamente, não foi possível conquistar o apoio de empresas privadas. Contudo, o crescimento da média mensal de receita destinada aos parceiros em 2005, em comparação com 2004, foi de 268%.
Já nos primeiros seis meses de 2006, mais quatro ONGs parceiras foram incorporadas à Social Web: a Fundação Abrinq, a Associação Viva o Centro São Paulo, a Associação Férias Vivas e o Instituto Ronald McDonald. Também foram criadas novas ferramentas de captação, tais como: o leilão virtual, a doação on-line e os espaços publicitários para que as empresas divulguem suas ações sociais. Em comparação com o primeiro semestre de 2005, o crescimento verificado na receita destinada aos parceiros no primeiro semestre de 2006 foi de 465%.
Resultados alcançados
Apesar das muitas dificuldades remanescentes, a Social Web já tem resultados a apresentar. Em maio de 2006, a empresa atingiu a marca de R$ 100 mil revertidos às ONGs parceiras.
Social Web
A Social Web é uma empresa comercial com objetivos sociais. Comercial, porque seu negócio é a venda de produtos pela Internet. Com objetivos sociais, porque os produtos que comercializa são originários de parte Organizações Não-Governamentais (ONGs) e têm parte da sua receita revertida para essas organizações.
Para viabilizar a empresa, recorre-se a uma estrutura enxuta: há apenas um funcionário. As tarefas diárias são muitas, entre elas o atendimento ao cliente, a estocagem de mercadorias, o empacotamento e endereçamento de pedidos, a elaboração de relatórios, a busca de novos parceiros, o pagamento de contas de serviço e tributos, a preparação de textos para a imprensa e de e-mail marketing para os mais de 4 mil internautas cadastrados na Social Web. Para manter essa estrutura, o investimento em 2006 girou em torno de R$ 30 mil.
Fundada em janeiro de 2003 em Sorocaba, São Paulo, a Social Web iniciou suas atividades em junho do mesmo ano, contando com três projetos sociais parceiros: o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, a Associação de Apoio ao Projeto Quixote e a Associação Arte Despertar. Nessa primeira fase, o dia a dia da empresa destinava-se a pesquisas de fornecedores (provedores de hospedagem de sites de comércio eletrônico, operadoras de cartão de crédito, bancos que fazem cobrança pela Internet, programadores e web designers, empresas de logística, advogados e contadores) e parceiros (ONGs dispostas a iniciar a exploração da internet como canal de captação de recursos).
Sua segunda fase de atividades teve início em junho de 2003. Com toda a estrutura preparada e o respaldo dos três primeiros parceiros, foi inaugurado o site de comércio eletrônico www.socialweb.com.br. Entretanto, fatores como pouquíssimo capital de giro, nenhuma verba publicitária, falta de apoio por parte de empresas privadas, ausência de uma carteira de clientes, pouca experiência e centralização das vendas no site fizeram do segundo semestre de 2003 um período muito difícil, de muitos questionamentos e poucos resultados. Apesar do cenário desfavorável, foi essa excelente experiência que possibilitou preparar o terreno para mudanças.
A terceira fase iniciou-se em 2004. Três objetivos estavam traçados: aumentar o número de ONGs parceiras, descentralizar as vendas e buscar parceiros privados. Atestando a concretização do primeiro desses objetivos, sete novas ONGs parceiras aderiram à Social Web. São elas: Associação para o Desenvolvimento, Educação e Recuperação do Excepcional, APAE de São Paulo, CARE Brasil, Instituto de Pesquisas Ecológicas, Associação Vagalume, Projeto Conexão e Associação Rodrigo Mendes.
Na busca por atingir seu segundo objetivo, a empresa descentralizou suas vendas, que passaram a ser feitas por intermédio de links nos sites das ONGs associadas. Esses links direcionavam os internautas a lojas customizadas das entidades parceiras (por exemplo, www.socialweb.com.br/care e www.socialweb.com.br/graacc). Apenas no terceiro objetivo dessa fase – encontrar parceiros junto à iniciativa privada – a Social Web não obteve êxito. De qualquer forma, o crescimento da média mensal de receita destinada aos parceiros foi de 33%.
Em 2005, foram mantidos os três objetivos estabelecidos em 2004. A empresa cresceu em número de ONGs parceiras, de 10 para 20 – com destaque para grandes marcas, como a Fundação Ação Criança, as Casas André Luiz e a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia –, e as vendas foram ainda mais descentralizadas. Novamente, não foi possível conquistar o apoio de empresas privadas. Contudo, o crescimento da média mensal de receita destinada aos parceiros em 2005, em comparação com 2004, foi de 268%.
Já nos primeiros seis meses de 2006, mais quatro ONGs parceiras foram incorporadas à Social Web: a Fundação Abrinq, a Associação Viva o Centro São Paulo, a Associação Férias Vivas e o Instituto Ronald McDonald. Também foram criadas novas ferramentas de captação, tais como: o leilão virtual, a doação on-line e os espaços publicitários para que as empresas divulguem suas ações sociais. Em comparação com o primeiro semestre de 2005, o crescimento verificado na receita destinada aos parceiros no primeiro semestre de 2006 foi de 465%.
Resultados alcançados
Apesar das muitas dificuldades remanescentes, a Social Web já tem resultados a apresentar. Em maio de 2006, a empresa atingiu a marca de R$ 100 mil revertidos às ONGs parceiras.
Cargo
Sócio-administrador
Data do cadastro
Focos de Atuação
Instituição
Nome
ALEXANDRE SENNE DE MORAES
Número
233
Palavras Chave
Prática
COMÉRCIO SOLIDÁRIO ELETRÔNICO
Stakeholders
Status
Telefone
(15) 3211-5232