Descrição
BELCAR CAMINHÕES E ÔNIBUS
Projeto Belcar Arte
O projeto surgiu de uma pesquisa sobre a relação Brasil-África, realizada por duas atrizes formadas em Artes Cênicas, sendo uma a coordenadora artístico-pedagógica, e a outra, a supervisora da 1ª fase do projeto - ambas ligadas ao trabalho de responsabilidade social da Belcar. A iniciativa teve o objetivo de abordar o tema da “Diversidade”, envolvendo a criança e o público interno, uma vez que, até aquele momento, somente os adolescentes, através das Escolas de Informática e Cidadania (EICs) e clientes, por meio do projeto Parceiros na Estrada, eram o foco das ações responsabilidade social da empresa.
Na tentativa de dinamizar o processo de ensino e aprendizado dos conteúdos históricos, a arte foi eleita como recurso didático-pedagógico do projeto, desenvolvendo-se atividades associadas ao Teatro, por ser a linguagem artística que mais se assemelha à vida humana. As demais áreas trabalhadas – capoeira angola, artes plásticas, dança afro e música – subsidiariam a construção da cidadania para que as crianças pudessem liberar todo o seu potencial criativo, atendendo assim à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Lei 9.394/96) e oportunizando temas transversais (ética, relação interpessoal, meio ambiente, etc.), proposto pela PCN - Parâmetros Curriculares para o Ensino Fundamental, desenvolvendo, portanto, inteligências múltiplas.
Trata-se de uma proposta concreta para implementação da Lei Federal nº 10.639/2003 que institui a obrigatoriedade do ensino de História da África e da Cultura Africana e Afro-brasileira. Tal iniciativa, contribui fortemente para o reconhecimento público da pluralidade étnico-racial da sociedade brasileira, direito que está assegurado na Constituição Federal de 1988.
A 1ª fase do projeto (agosto de 2004 a dezembro de 2005), consistiu no desenvolvimento de aulas sistemáticas de Artes como subsídio para o resgate da cidadania. A partir de uma proposta temática, baseada na identidade cultural do legado afro-brasileiro, promoveu-se a inclusão, o reconhecimento e a valorização da diversidade étnica, além do estímulo à auto-estima e à dignidade de crianças e adolescentes negros e pardos, de baixa renda, proporcionando-lhes uma melhor qualidade de vida.
Na 2ª fase do projeto (janeiro a julho de 2005), o objetivo foi resgatar e preservar a tradição e a cultura da capoeira, tendo como referência os velhos mestres da Bahia, estudando seus gestos e ações físicas, para a representação teatral a partir da Capoeira Angola e Danças de Orixás.
Na 3ª fase (a partir de agosto de 2006), o projeto ampliará seu campo de atuação, voltando-se para o público interno e para os alunos das EICs, em parceria com a Escola Estadual Cora Coralina, situada na comunidade onde a empresa está localizada. Também será continuado o trabalho já iniciado, com a introdução da Oficina de Maculelê, pela Associação Barravento de Capoeira Angola, já que essa dança (luta) – considerada irmã da capoeira, com seus elementos coreográficos, ritmados, cantados e dançados – foi muito bem aceita pelas crianças e pode ser uma ferramenta educativa importante na formação sócio-cultural dos alunos. O grupo, composto por 23 alunos (capoeiristas), construirá sua identidade visual e fará apresentações culturais públicas.
Resultados
O projeto gerou, na empresa, a discussão sobre a questão étnico-racial, resultando na realização da Semana da Consciência Negra, em novembro de 2004, possibilitando melhoria nas relações interpessoais de um modo geral. No âmbito externo, favoreceu a valorização da imagem da empresa, que ganhou reconhecimento como pioneira na discussão de políticas afirmativas junto à comunidade afro-descendente de Goiânia (GO).
Além disso, as atividades favoreceram a criação do Corpo Cênico, formado pelos arte-educadores do projeto, que elaboraram a dança-teatro “Siré dos Encantados”, apresentada no Congresso de Responsabilidade Social Empresarial e Terceiro Setor de Goiânia, no IV Festival Internacional de Artes Cênicas-Goiânia em Cena, nos II e III Encontros Afro-Goiano na cidade de Goiás e em outros espaços culturais.
Projeto Belcar Arte
O projeto surgiu de uma pesquisa sobre a relação Brasil-África, realizada por duas atrizes formadas em Artes Cênicas, sendo uma a coordenadora artístico-pedagógica, e a outra, a supervisora da 1ª fase do projeto - ambas ligadas ao trabalho de responsabilidade social da Belcar. A iniciativa teve o objetivo de abordar o tema da “Diversidade”, envolvendo a criança e o público interno, uma vez que, até aquele momento, somente os adolescentes, através das Escolas de Informática e Cidadania (EICs) e clientes, por meio do projeto Parceiros na Estrada, eram o foco das ações responsabilidade social da empresa.
Na tentativa de dinamizar o processo de ensino e aprendizado dos conteúdos históricos, a arte foi eleita como recurso didático-pedagógico do projeto, desenvolvendo-se atividades associadas ao Teatro, por ser a linguagem artística que mais se assemelha à vida humana. As demais áreas trabalhadas – capoeira angola, artes plásticas, dança afro e música – subsidiariam a construção da cidadania para que as crianças pudessem liberar todo o seu potencial criativo, atendendo assim à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Lei 9.394/96) e oportunizando temas transversais (ética, relação interpessoal, meio ambiente, etc.), proposto pela PCN - Parâmetros Curriculares para o Ensino Fundamental, desenvolvendo, portanto, inteligências múltiplas.
Trata-se de uma proposta concreta para implementação da Lei Federal nº 10.639/2003 que institui a obrigatoriedade do ensino de História da África e da Cultura Africana e Afro-brasileira. Tal iniciativa, contribui fortemente para o reconhecimento público da pluralidade étnico-racial da sociedade brasileira, direito que está assegurado na Constituição Federal de 1988.
A 1ª fase do projeto (agosto de 2004 a dezembro de 2005), consistiu no desenvolvimento de aulas sistemáticas de Artes como subsídio para o resgate da cidadania. A partir de uma proposta temática, baseada na identidade cultural do legado afro-brasileiro, promoveu-se a inclusão, o reconhecimento e a valorização da diversidade étnica, além do estímulo à auto-estima e à dignidade de crianças e adolescentes negros e pardos, de baixa renda, proporcionando-lhes uma melhor qualidade de vida.
Na 2ª fase do projeto (janeiro a julho de 2005), o objetivo foi resgatar e preservar a tradição e a cultura da capoeira, tendo como referência os velhos mestres da Bahia, estudando seus gestos e ações físicas, para a representação teatral a partir da Capoeira Angola e Danças de Orixás.
Na 3ª fase (a partir de agosto de 2006), o projeto ampliará seu campo de atuação, voltando-se para o público interno e para os alunos das EICs, em parceria com a Escola Estadual Cora Coralina, situada na comunidade onde a empresa está localizada. Também será continuado o trabalho já iniciado, com a introdução da Oficina de Maculelê, pela Associação Barravento de Capoeira Angola, já que essa dança (luta) – considerada irmã da capoeira, com seus elementos coreográficos, ritmados, cantados e dançados – foi muito bem aceita pelas crianças e pode ser uma ferramenta educativa importante na formação sócio-cultural dos alunos. O grupo, composto por 23 alunos (capoeiristas), construirá sua identidade visual e fará apresentações culturais públicas.
Resultados
O projeto gerou, na empresa, a discussão sobre a questão étnico-racial, resultando na realização da Semana da Consciência Negra, em novembro de 2004, possibilitando melhoria nas relações interpessoais de um modo geral. No âmbito externo, favoreceu a valorização da imagem da empresa, que ganhou reconhecimento como pioneira na discussão de políticas afirmativas junto à comunidade afro-descendente de Goiânia (GO).
Além disso, as atividades favoreceram a criação do Corpo Cênico, formado pelos arte-educadores do projeto, que elaboraram a dança-teatro “Siré dos Encantados”, apresentada no Congresso de Responsabilidade Social Empresarial e Terceiro Setor de Goiânia, no IV Festival Internacional de Artes Cênicas-Goiânia em Cena, nos II e III Encontros Afro-Goiano na cidade de Goiás e em outros espaços culturais.
Cargo
Coordenadora do Programa de Responsabilidade Social Empresarial
Data do cadastro
Focos de Atuação
Instituição
Nome
CAROLINA MAGALHÃES
Número
251
Palavras Chave
Prática
FORMAÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL AFRO-BRASILEIRA E ESTÍMULO AO EXERCÍCIO DA CIDADANIA POR MEIO DA INFORMAÇÃO, ARTE E TECNOLOGIA
Status
Telefone
(62) 3239-9600