Descrição
ABAD - Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores
Programa Empório da Comunidade
O programa Empório da Comunidade tem o objetivo de empoderar pessoas, despertar e formar lideranças comunitárias comprometidas com o desenvolvimento local.
O projeto tem três anos de duração com reuniões mensais. Atualmente, o programa acontece nos municípios de Poços de Caldas (MG), no bairro Vila Togni. Começou em março de 2008 e terminará em dezembro de 2010. Em Recife (PE), o programa é no bairro Dois Unidos e começou em abril de 2008 e também terminará em dezembro de 2010. Em Uberlândia (MG), o programa acontece no bairro Dom Almir e teve início em fevereiro de 2007 e terminará em dezembro de 2009. O programa ainda é um piloto, o estágio mais avançado é o da cidade de Uberlândia, que está no segundo ano. Por enquanto, o programa acontece nestas três localidades, mas foi idealizado e tem potencial para ser aplicado em diferentes municípios e bairros de baixa renda, desde que tenha uma escola pública, que atua como o centro do programa. Pode até mesmo ser aplicado em mais de uma escola no mesmo município.
O programa Empório da Comunidade, que é por enquanto piloto, promove encontros mensais de mobilização comunitária nas escolas selecionadas com alunos e responsáveis, e oferece aos seus participantes a garantia de uma renda mínima. O foco do encontro é despertar os participantes para a conquista coletiva de melhores condições de vida. Para isto, é formada uma parceria entre o pequeno varejo local, as famílias e a escola. O varejo atua como elemento propulsor das ações de empreendedorismo, atuando como lócus da economia local. A escola atua como o centro comunitário, fortalecendo os vínculos das famílias com a unidade escolar e valorizando o papel da educação na superação das dificuldades econômicas. Como jafoi mencionado, a iniciativa tem um ciclo de duração de três anos em cada escola atendida e acontece através de parcerias com empresas associadas e afiliadas da ABAD.
O primeiro contato parte do financiador do projeto, que indica a cidade em que ele gostaria em que fosse aplicado. O Instituto, então, faz um levantamento sócio-econômico da cidade e dos bairros. Escolhido o bairro, por critérios de maior número de população de baixa renda e carências de infra-estrutura básica, é escolhida a escola pública em que o programa será desenvolvido – esta etapa conta com a colaboração da secretaria de educação.
Após a seleção da escola e o aceite da mesma, é feita uma reunião com diretoria e professores para que eles conheçam o projeto que será implementado, e também para que se sintam à vontade para serem voluntários ou apoiadores. Após esse encontro, é marcada uma reunião com os pais, por meio da divulgação dentro da escola, onde é apresentado o programa, seus objetivos e como proceder na inscrição das famílias. A escola recolhe as inscrições durante um período e as envia para o Instituto analisar quais serão os alunos e responsáveis que participarão do projeto.
Em um segundo momento, já é acertado o pequeno varejo que será parceiro. Ele é definido por meio de uma avaliação entre os que existem no bairro. É desejável que o varejo selecionado como parceiro tenha potencial e disposição para crescimento e expansão, visando o bom atendimento dos clientes e participantes do Empório. Existe a possibilidade de existir mais de um varejo parceiro na localidade, mas apenas se a comunidade assim o quiser e se for viável e satisfatória a parceria para as partes envolvidas. Por meio da parceria, o pequeno varejo se desenvolve e cresce devido às compras feitas com o cartão Ticket (empresa parceira para a gestão da transferência de renda) do Empório da Comunidade e também pelas reivindicações de melhorias feitas por estes consumidores. Antes que aconteça a primeira reunião com as famílias selecionadas, são feitos os contratos e cartões Ticket, onde é feito um depósito mensal de R$ 100,00 para comprar alimentos de cesta básica, material de limpeza, higiene pessoal e material escolar.
O objetivo do projeto envolve participação comunitária. Assim sendo, alunos de 13 a 17 anos têm entendimento e potencial para participar das ações comunitárias e reuniões que se seguirão. Um responsável pelo aluno deverá acompanhá-lo em todas as reuniões durante o projeto. Portanto, outro critério avaliado nos participantes é a disponibilidade deste responsável acompanhar o aluno em todas as reuniões mensais. A renda e quantidade de pessoas que dependem dela também influenciam na seleção das famílias participantes (quanto menor a renda e maior o número de pessoas da residência, maior a chance de participar do projeto). Nenhum destes fatores isolados é determinante, todos são analisados em conjunto para atingir o perfil mais adequado ao programa Empório da Comunidade. Todas as famílias são avisadas por carta se foram aprovadas ou não. As que não foram aprovadas recebem um convite para participar do projeto voluntariamente. As aprovadas recebem, além da carta, uma ligação telefônica do Instituto ABAD, onde as mesmas confirmam a participação no projeto e são passadas as datas da próxima reunião.
Na primeira reunião com os beneficiários, são assinados os contratos, esclarecidas as regras e distribuídos os cartões Ticket. O cartão tem o papel de garantir que elas tenham uma alimentação balanceada e produtos básicos para higiene, pois não se consegue ações comunitárias se o indivíduo não tem o mínimo necessário para sua subsistência. Todavia, uma família que está no projeto apenas interessada em receber a ajuda mensal não é o objetivo do programa, e esta logo é identificada. Se caso algum membro da família faltar na reunião mensal (e não justificar a falta com atestado médico), a família recebe uma advertência, e o cartão não é recarregado com R$ 100,00 no mês seguinte. Outras advertências ocorrem quando se compra produtos que não são permitidos (como bebidas alcoólicas e cigarro) ou quando se compra em um mercado que não é parceiro. É importante que as compras sejam feitas no mercado parceiro para que o dinheiro do cartão circule no bairro, proporcionando desenvolvimento naquela localidade, por isso é incentivado comprar no mercado local. Com advertências, o participante é descadastrado do projeto, pois não demonstrou seriedade e compromisso. Todos os casos são analisados com cuidado antes de serem retirados do programa, mesmo com as três advertências.
A iniciativa é dividida em três anos: o primeiro consiste na sensibilização e mobilização dos inscritos para que se sintam capazes de agir positivamente na comunidade. No segundo é trabalhada a sedimentação destas ações, para que no terceiro ano o Instituto possa deixá-los com condições de crescerem e seguirem sozinhos as ações que foram iniciadas no Empório.
Como exemplo de ações, temos em Uberlândia e em Poços de Caldas o desenvolvimento de grupos de reciclagem de resíduos, que já estão sendo encaminhados para formar cooperativas. O papel do Instituto é ajudá-los a descobrir o caminho a ser seguido e os passos a serem dados para a abertura de uma cooperativa, desde a primeira reunião até a conquista do CNPJ e a abertura de uma poupança.
Nas reuniões mensais, o ABAD não aconselha o que eles devem fazer, e sim os ajuda a realizar as ações que partem deles mesmos. Ações pequenas são as primeiras a serem realizadas, como a jardinagem na Escola Municipal Dr. Joel Cupertino Rodrigues em Uberlândia com parceria da UNITRI. Outras ações estão sendo encaminhadas, como uma parceria entre Secretaria Municipal do Meio Ambiente e o grupo de fabricação de sabão a partir de óleo usado do Empório da Comunidade em Poços de Caldas.
O programa é flexível, é constituído de três ciclos de um ano cada (ainda não foi concluído em nenhuma escola), já apresenta ações concretas e resultados satisfatórios. Atualmente, o projeto está em funcionamento e mudando a realidade de 150 famílias, e o objetivo é disseminá-lo para todo o Brasil. Como já foi descrito, os parceiros da iniciativa podem ser identificados como sendo as escolas municipais que sedem seu espaço para que as reuniões aconteçam, a empresa Ticket, que viabiliza a distribuição da renda de por meio dos cartões, o pequeno varejo cadastrado de cada cidade, as associações locais, que são importantes para a realização das ações nos bairros, na escola e até no município, e o próprio Setor Atacadista Distribuidor, que é o financiador e mantenedor do programa.
O projeto tem voluntários para as ações que surgem das reuniões com as famílias, ou seja, não trabalham diretamente na realização do programa mensalmente, mas atuam em realizações importantes para o bom desenvolvimento do programa. Exemplo: em Poços de Caldas, a Vila Nova Atacado tem um grupo de voluntários chamado Vila Feliz, que realizou uma ação em conjunto com o grupo do Empório da Comunidade. A Vila Feliz conta com 29 pessoas, onde a maior parte contribuiu na ação (no caso, uma festa junina realizada na Escola Municipal Sergio Pacheco, onde foram parceiros a escola, a Vila Feliz e os participantes do Empório da Comunidade). Em Uberlândia existem, aproximadamente, 30 voluntários, dentre eles alunos e professores da Universidade do Triângulo Mineiro, que participaram da realização do paisagismo do jardim Escola Municipal Dr. Joel Cupertino Rodrigues.
O Instituto ABAD destaca este projeto pelo alinhamento que proporciona entre os interesses do setor atacadista distribuidor com os da comunidade próxima. O programa impulsiona o desenvolvimento do comércio e da comunidade do entorno do empreendimento financiador por meio da contribuição deste, demonstrando que o investimento social pelo atacadista distribuidor tem resultados para varejo do bairro e para os moradores.
O valor anual investido no programa varia para cada cidade. Fazendo uma média, a quantia aplicada na iniciativa é de, aproximadamente, 114 mil reais.
O programa Empório da Comunidade foi planejado para ser aplicado em diferentes realidades locais e estão sendo desenvolvidos os materiais de comunicação necessários para que financiadores em potencial se interessem pelo programa e queiram aplicá-lo em seu município. Também estão sendo estudadas maneiras de minimizar o custo, ou otimizar recursos humanos e de informações, trabalhando em mais de uma escola ao mesmo tempo, por exemplo. O objetivo é que mais empresas do setor tenham interesse em adotar o projeto em suas cidades e ampliar o número de escolas em que é realizado.
Resultados
Os benefícios para o público-alvo podem ser destacados como sendo o seu próprio empoderamento, a mobilização para ações comunitárias ou de empreendedorismo, a melhora na relação com a escola (sentimento de que a escola e o patrimônio público pertencem a ele), o estabelecimento de parcerias com outras instituições ou empresas, a capacidade de organização desenvolvida em grupos e a concretização do que antes eram “sonhos”.
Para a empresa, esta teve uma melhoria da imagem frente ao setor atacadista distribuidor, aos consumidores e à comunidade do entorno.
Programa Empório da Comunidade
O programa Empório da Comunidade tem o objetivo de empoderar pessoas, despertar e formar lideranças comunitárias comprometidas com o desenvolvimento local.
O projeto tem três anos de duração com reuniões mensais. Atualmente, o programa acontece nos municípios de Poços de Caldas (MG), no bairro Vila Togni. Começou em março de 2008 e terminará em dezembro de 2010. Em Recife (PE), o programa é no bairro Dois Unidos e começou em abril de 2008 e também terminará em dezembro de 2010. Em Uberlândia (MG), o programa acontece no bairro Dom Almir e teve início em fevereiro de 2007 e terminará em dezembro de 2009. O programa ainda é um piloto, o estágio mais avançado é o da cidade de Uberlândia, que está no segundo ano. Por enquanto, o programa acontece nestas três localidades, mas foi idealizado e tem potencial para ser aplicado em diferentes municípios e bairros de baixa renda, desde que tenha uma escola pública, que atua como o centro do programa. Pode até mesmo ser aplicado em mais de uma escola no mesmo município.
O programa Empório da Comunidade, que é por enquanto piloto, promove encontros mensais de mobilização comunitária nas escolas selecionadas com alunos e responsáveis, e oferece aos seus participantes a garantia de uma renda mínima. O foco do encontro é despertar os participantes para a conquista coletiva de melhores condições de vida. Para isto, é formada uma parceria entre o pequeno varejo local, as famílias e a escola. O varejo atua como elemento propulsor das ações de empreendedorismo, atuando como lócus da economia local. A escola atua como o centro comunitário, fortalecendo os vínculos das famílias com a unidade escolar e valorizando o papel da educação na superação das dificuldades econômicas. Como jafoi mencionado, a iniciativa tem um ciclo de duração de três anos em cada escola atendida e acontece através de parcerias com empresas associadas e afiliadas da ABAD.
O primeiro contato parte do financiador do projeto, que indica a cidade em que ele gostaria em que fosse aplicado. O Instituto, então, faz um levantamento sócio-econômico da cidade e dos bairros. Escolhido o bairro, por critérios de maior número de população de baixa renda e carências de infra-estrutura básica, é escolhida a escola pública em que o programa será desenvolvido – esta etapa conta com a colaboração da secretaria de educação.
Após a seleção da escola e o aceite da mesma, é feita uma reunião com diretoria e professores para que eles conheçam o projeto que será implementado, e também para que se sintam à vontade para serem voluntários ou apoiadores. Após esse encontro, é marcada uma reunião com os pais, por meio da divulgação dentro da escola, onde é apresentado o programa, seus objetivos e como proceder na inscrição das famílias. A escola recolhe as inscrições durante um período e as envia para o Instituto analisar quais serão os alunos e responsáveis que participarão do projeto.
Em um segundo momento, já é acertado o pequeno varejo que será parceiro. Ele é definido por meio de uma avaliação entre os que existem no bairro. É desejável que o varejo selecionado como parceiro tenha potencial e disposição para crescimento e expansão, visando o bom atendimento dos clientes e participantes do Empório. Existe a possibilidade de existir mais de um varejo parceiro na localidade, mas apenas se a comunidade assim o quiser e se for viável e satisfatória a parceria para as partes envolvidas. Por meio da parceria, o pequeno varejo se desenvolve e cresce devido às compras feitas com o cartão Ticket (empresa parceira para a gestão da transferência de renda) do Empório da Comunidade e também pelas reivindicações de melhorias feitas por estes consumidores. Antes que aconteça a primeira reunião com as famílias selecionadas, são feitos os contratos e cartões Ticket, onde é feito um depósito mensal de R$ 100,00 para comprar alimentos de cesta básica, material de limpeza, higiene pessoal e material escolar.
O objetivo do projeto envolve participação comunitária. Assim sendo, alunos de 13 a 17 anos têm entendimento e potencial para participar das ações comunitárias e reuniões que se seguirão. Um responsável pelo aluno deverá acompanhá-lo em todas as reuniões durante o projeto. Portanto, outro critério avaliado nos participantes é a disponibilidade deste responsável acompanhar o aluno em todas as reuniões mensais. A renda e quantidade de pessoas que dependem dela também influenciam na seleção das famílias participantes (quanto menor a renda e maior o número de pessoas da residência, maior a chance de participar do projeto). Nenhum destes fatores isolados é determinante, todos são analisados em conjunto para atingir o perfil mais adequado ao programa Empório da Comunidade. Todas as famílias são avisadas por carta se foram aprovadas ou não. As que não foram aprovadas recebem um convite para participar do projeto voluntariamente. As aprovadas recebem, além da carta, uma ligação telefônica do Instituto ABAD, onde as mesmas confirmam a participação no projeto e são passadas as datas da próxima reunião.
Na primeira reunião com os beneficiários, são assinados os contratos, esclarecidas as regras e distribuídos os cartões Ticket. O cartão tem o papel de garantir que elas tenham uma alimentação balanceada e produtos básicos para higiene, pois não se consegue ações comunitárias se o indivíduo não tem o mínimo necessário para sua subsistência. Todavia, uma família que está no projeto apenas interessada em receber a ajuda mensal não é o objetivo do programa, e esta logo é identificada. Se caso algum membro da família faltar na reunião mensal (e não justificar a falta com atestado médico), a família recebe uma advertência, e o cartão não é recarregado com R$ 100,00 no mês seguinte. Outras advertências ocorrem quando se compra produtos que não são permitidos (como bebidas alcoólicas e cigarro) ou quando se compra em um mercado que não é parceiro. É importante que as compras sejam feitas no mercado parceiro para que o dinheiro do cartão circule no bairro, proporcionando desenvolvimento naquela localidade, por isso é incentivado comprar no mercado local. Com advertências, o participante é descadastrado do projeto, pois não demonstrou seriedade e compromisso. Todos os casos são analisados com cuidado antes de serem retirados do programa, mesmo com as três advertências.
A iniciativa é dividida em três anos: o primeiro consiste na sensibilização e mobilização dos inscritos para que se sintam capazes de agir positivamente na comunidade. No segundo é trabalhada a sedimentação destas ações, para que no terceiro ano o Instituto possa deixá-los com condições de crescerem e seguirem sozinhos as ações que foram iniciadas no Empório.
Como exemplo de ações, temos em Uberlândia e em Poços de Caldas o desenvolvimento de grupos de reciclagem de resíduos, que já estão sendo encaminhados para formar cooperativas. O papel do Instituto é ajudá-los a descobrir o caminho a ser seguido e os passos a serem dados para a abertura de uma cooperativa, desde a primeira reunião até a conquista do CNPJ e a abertura de uma poupança.
Nas reuniões mensais, o ABAD não aconselha o que eles devem fazer, e sim os ajuda a realizar as ações que partem deles mesmos. Ações pequenas são as primeiras a serem realizadas, como a jardinagem na Escola Municipal Dr. Joel Cupertino Rodrigues em Uberlândia com parceria da UNITRI. Outras ações estão sendo encaminhadas, como uma parceria entre Secretaria Municipal do Meio Ambiente e o grupo de fabricação de sabão a partir de óleo usado do Empório da Comunidade em Poços de Caldas.
O programa é flexível, é constituído de três ciclos de um ano cada (ainda não foi concluído em nenhuma escola), já apresenta ações concretas e resultados satisfatórios. Atualmente, o projeto está em funcionamento e mudando a realidade de 150 famílias, e o objetivo é disseminá-lo para todo o Brasil. Como já foi descrito, os parceiros da iniciativa podem ser identificados como sendo as escolas municipais que sedem seu espaço para que as reuniões aconteçam, a empresa Ticket, que viabiliza a distribuição da renda de por meio dos cartões, o pequeno varejo cadastrado de cada cidade, as associações locais, que são importantes para a realização das ações nos bairros, na escola e até no município, e o próprio Setor Atacadista Distribuidor, que é o financiador e mantenedor do programa.
O projeto tem voluntários para as ações que surgem das reuniões com as famílias, ou seja, não trabalham diretamente na realização do programa mensalmente, mas atuam em realizações importantes para o bom desenvolvimento do programa. Exemplo: em Poços de Caldas, a Vila Nova Atacado tem um grupo de voluntários chamado Vila Feliz, que realizou uma ação em conjunto com o grupo do Empório da Comunidade. A Vila Feliz conta com 29 pessoas, onde a maior parte contribuiu na ação (no caso, uma festa junina realizada na Escola Municipal Sergio Pacheco, onde foram parceiros a escola, a Vila Feliz e os participantes do Empório da Comunidade). Em Uberlândia existem, aproximadamente, 30 voluntários, dentre eles alunos e professores da Universidade do Triângulo Mineiro, que participaram da realização do paisagismo do jardim Escola Municipal Dr. Joel Cupertino Rodrigues.
O Instituto ABAD destaca este projeto pelo alinhamento que proporciona entre os interesses do setor atacadista distribuidor com os da comunidade próxima. O programa impulsiona o desenvolvimento do comércio e da comunidade do entorno do empreendimento financiador por meio da contribuição deste, demonstrando que o investimento social pelo atacadista distribuidor tem resultados para varejo do bairro e para os moradores.
O valor anual investido no programa varia para cada cidade. Fazendo uma média, a quantia aplicada na iniciativa é de, aproximadamente, 114 mil reais.
O programa Empório da Comunidade foi planejado para ser aplicado em diferentes realidades locais e estão sendo desenvolvidos os materiais de comunicação necessários para que financiadores em potencial se interessem pelo programa e queiram aplicá-lo em seu município. Também estão sendo estudadas maneiras de minimizar o custo, ou otimizar recursos humanos e de informações, trabalhando em mais de uma escola ao mesmo tempo, por exemplo. O objetivo é que mais empresas do setor tenham interesse em adotar o projeto em suas cidades e ampliar o número de escolas em que é realizado.
Resultados
Os benefícios para o público-alvo podem ser destacados como sendo o seu próprio empoderamento, a mobilização para ações comunitárias ou de empreendedorismo, a melhora na relação com a escola (sentimento de que a escola e o patrimônio público pertencem a ele), o estabelecimento de parcerias com outras instituições ou empresas, a capacidade de organização desenvolvida em grupos e a concretização do que antes eram “sonhos”.
Para a empresa, esta teve uma melhoria da imagem frente ao setor atacadista distribuidor, aos consumidores e à comunidade do entorno.
Data do cadastro
Focos de Atuação
Nome
CRISTINA MOURA
Número
399
Palavras Chave
Prática
FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS COMPROMETIDAS COM O DESENVOLVIMENTO LOCAL, POR MEIO DE RELAÇÕES ENTRE A ESCOLA, COMUNIDADE, VAREJO E ASSOCIAÇÕES
Stakeholders
Status
Telefone
(11) 3056-7500