Descrição
Wal-Mart Brasil
Clube dos Produtores
O Clube dos Produtores abre as portas do Wal-Mart para pequenos e médios produtores comprometidos com a qualidade dos produtos e com sistemas de produção social e ambientalmente responsáveis. Os integrantes recebem orientação gratuita para melhorar seus processos de produção, distribuição, logística, práticas trabalhistas e cuidados com o meio ambiente, em um impulso que os ajuda a vencer as barreiras de comercialização que normalmente afastam as micro-empresas e o agricultor familiar das prateleiras dos grandes supermercados.
Sem ter de recorrer a intermediários, eles recebem um pagamento justo pelos produtos que fornecem, aumentam sua renda e podem oferecer produtos mais frescos, beneficiando diretamente os consumidores. Para a empresa, os participantes do Clube são importantes parceiros na composição do sortimento das lojas e ajudam a fidelizar a clientela com produtos diferenciados.
O programa é coordenado pelo Wal-Mart desde 2005, quando a empresa adquiriu a operação de varejo do grupo Sonae no Brasil e decidiu dar impulso a uma iniciativa que já era desenvolvida nas lojas da rede em Porto Alegre (desde 2002) e envolvia 1013 famílias de agricultores. Os objetivos e metas do projeto foram alinhados à política de sustentabilidade do Wal-Mart e o projeto foi ampliado. Em dezembro de 2007, já eram quase 1,4 mil produtores associados. Com um portfólio de mais de 850 itens, eles abastecem as áreas de hortifrutigranjeiros, açougue, peixaria, padaria e mercearia de 140 lojas do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Em maio de 2008, o Clube chegou à região Nordeste com adesão de 16 produtores baianos.
A divulgação da iniciativa para potenciais participantes é feita em parceria com as secretarias municipais e estaduais da agricultura e com as representações locais de órgãos do setor como a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) e Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina). Para participar do programa, os produtores precisam se comprometer com os parâmetros definidos pela empresa para a rastreabilidade dos produtos, cuidados com o meio ambiente, condições de trabalho e desenvolvimento econômico e social da sua região.
O aperfeiçoamento deve ser contínuo e, durante todo o processo, os produtores contam com a orientação gratuita do Clube para vencer as dificuldades e oferecer produtos cada vez melhores. A equipe de agrônomos do programa dá suporte aos processos produtivos, à gestão administrativa e ao desenvolvimento de temas ligados à contratação de mão-de-obra e à responsabilidade social. O projeto contribui para mudar a realidade da produção familiar, com a formalização dos negócios e profissionalização da gestão. Também oferece orientação sobre uso da terra e da água, aplicação de produtos químicos, gestão de resíduos e outras questões ligadas à preservação ambiental.
Nas lojas, a presença dos produtos diferenciados auxilia a empresa na tarefa de satisfazer os clientes, além de atrair a parcela dos consumidores que valorizam as iniciativas de comércio justo. Os artigos oriundos do Clube recebem uma sinalização especial e um selo de identificação que funciona para os consumidores como um certificado de qualidade e respeito ao meio ambiente.
O programa se destaca especialmente no setor de hortifrutigranjeiros das lojas. Na Região Sul, por exemplo, praticamente a totalidade dos fornecedores destes produtos faz parte do projeto. Para garantir o frescor dos produtos, até a logística de distribuição foi alterada. A maioria dos produtores do Clube (95%) entrega diretamente nas lojas, e os que levam para os Centros de Distribuição têm prioridade no desembarque. Em alguns casos, menos de três horas separam a colheita da gôndola, e algumas lojas recebem duas entregas diárias de produtos.
O papel do Clube dos Produtores na rede de abastecimento é ainda maior quando se avalia o segmento de produtos orgânicos. Além de serem responsáveis por todo o fornecimento às lojas da região, os produtores que integram o programa também estão ajudando a alterar o perfil de consumo: a garantia de qualidade que o projeto representa atraiu novos consumidores, e o aumento nas vendas possibilitou uma produção mais eficiente e a preços mais baixos para o consumidor final. Atraídos pelo novo nicho de mercado, muitos produtores tem se apoiado na orientação do Clube para converter o plantio convencional em produção orgânica certificada.
O programa é uma das plataformas de sustentabilidade do Wal-Mart e está alinhado com a política de relacionamento da empresa com a rede de fornecedores, que se caracteriza pela confiança, transparência e desenvolvimento conjunto dos negócios. Também integra as iniciativas comerciais da rede de desenvolver o segmento de mercado ligado ao consumo consciente.
São muitos os exemplos de pequenos produtores que contaram com o apoio do programa para conquistar o mercado. Doces de Pelotas, os doces artesanais de Pelotas, herança da colonização portuguesa e das levas de imigrantes alemães e italianos que chegaram à região no século XIX, sempre tiveram importância fundamental na economia da cidade, e desde 2003 são considerados por lei “Patrimônio Cultural do Rio Grande do Sul”. A cidade é conhecida como a Capital Brasileira do Doce, e as feiras do setor atraem compradores e turistas de diversas regiões do país. Com a qualidade reconhecida pelos consumidores, o que impedia a produção local de ganhar o mercado nacional era a própria natureza delicada dos doces, que não resistiam ao transporte em grandes distâncias.
Com a orientação da equipe do Clube dos Produtores uma microempresa da cidade desenvolveu embalagens que protegem até mesmo a fina massa folhada que caracteriza o Pastel de Santa Clara, garantindo uma apresentação impecável nos pontos de venda. Além da iguaria portuguesa, o projeto ajudou a tornar disponível, em outros estados brasileiros, receitas típicas da cultura doceira de Pelotas, como o camafeu, ninho (à base de ovos), trouxinha de nozes, pastel de Belém e panelinha de coco.
Ao final de 2007, 130 lojas do Wal-Mart no Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina já incluíam em seu sortimento os doces típicos de Pelotas, fazendo do grupo o principal canal de escoamento da produção. O produto chegará às lojas do interior de São Paulo no segundo semestre de 2008.
A massa fresca artesanal de Bento Gonçalves, outro produto típico do Rio Grande do Sul, inspirada nas receitas italianas, também contou com o impulso do Clube dos Produtores para ganhar o mercado em outros estados brasileiros. Nesse caso, a principal barreira para a ampliação da área de vendas era o prazo de validade do produto, cerca de uma semana. Por ser altamente perecível, o produto tinha poucas chances de competir com as massas secas, cujo prazo de comercialização ultrapassa os seis meses. A solução conjunta elaborada pelos produtores com a orientação da equipe do Wal-Mart foi adotar a embalagem com atmosfera modificada, que além de ampliar a validade do produto para mais de 30 dias, não interfere em seu diferencial competitivo: o frescor e o caráter artesanal da produção.
A pequena empresa familiar que elabora as massas foi uma das primeiras a aderir ao programa. Em quatro anos de relacionamento, multiplicou por 10 a produção e gerou novos empregos na região. A antiga sala de produção na residência da família ficou pequena para o trabalho, que foi transferido para uma agroindústria, onde mantém as mesmas características artesanais. Capeletti, tortei e espaguete da Serra Gaúcha são alguns produtos que atualmente estão à disposição dos consumidores nas lojas de toda a região Sul.
Em Salvador (BA), as lojas comercializam peixe, palmito e farinha de mandioca produzidos por cooperativas do Baixo Sul, que reúne 11 municípios e apresenta baixos níveis de desenvolvimento. O relacionamento com os produtores teve início em 2005. A divulgação nos pontos de venda e a regularidade na oferta impulsionaram o consumo, triplicando as vendas mensais de farinha e palmito, e quadruplicando as de peixe. Além de aumentar a renda das famílias produtoras, a ação também ajuda a desenvolver a região a partir da vocação produtiva local. No primeiro semestre de 2008, o grupo de fornecedores foi incluído no Clube dos Produtores, e passou a contar com a assessoria gratuita para melhoria dos processos produtivos e da qualidade do produto.
Resultados
Em auditorias anuais contratadas pelo programa, uma empresa terceirizada realiza uma vistoria detalhada de cada fase da produção, incluindo temas ligados ao meio ambiente, higiene, segurança alimentar, relação com empregados e colaboradores e aspectos legais e tributários. São analisados mais de 40 itens que são avaliados em uma escala de 1 a 5. A média ponderada de todos determina a nota final da empresa e orienta os produtores sobre os pontos fortes e suas oportunidades de melhoria.
O uso sistemático das informações vem garantindo a evolução de todos os integrantes do Clube dos Produtores. Quando foi implantado o sistema, a média geral das empresas era de 3,92 pontos. Na avaliação mais recente, realizada em dezembro de 2007, a pontuação média alcançou 4,65. A importância das auditorias é reconhecida pelos próprios produtores, que já estão negociando com o Wal-Mart para que a vistoria passe a ser semestral.
O programa não se trata de uma iniciativa assistencialista. Pelo contrário: a relação entre a empresa e os produtores busca aumentar a competitividade e eficiência da cadeia, com ganhos para todos os envolvidos. É a harmonia com as estratégias de negócio o que garante a continuidade do projeto. Ganha o produtor, que conquista novos mercados e remuneração mais justa; ganha o consumidor com acesso a produtos diferenciados e ganha a empresa ao poder oferecer melhor qualidade aos clientes. O equilíbrio destes três agentes realimenta o programa e garante, ainda, ganhos ambientais, com o controle da erosão e redução do uso de agrotóxicos e do consumo de água no cultivo. Desde que se respeite este conceito essencial, o Clube pode ser reproduzido por outras empresas ou entidades em todo o país.
Clube dos Produtores
O Clube dos Produtores abre as portas do Wal-Mart para pequenos e médios produtores comprometidos com a qualidade dos produtos e com sistemas de produção social e ambientalmente responsáveis. Os integrantes recebem orientação gratuita para melhorar seus processos de produção, distribuição, logística, práticas trabalhistas e cuidados com o meio ambiente, em um impulso que os ajuda a vencer as barreiras de comercialização que normalmente afastam as micro-empresas e o agricultor familiar das prateleiras dos grandes supermercados.
Sem ter de recorrer a intermediários, eles recebem um pagamento justo pelos produtos que fornecem, aumentam sua renda e podem oferecer produtos mais frescos, beneficiando diretamente os consumidores. Para a empresa, os participantes do Clube são importantes parceiros na composição do sortimento das lojas e ajudam a fidelizar a clientela com produtos diferenciados.
O programa é coordenado pelo Wal-Mart desde 2005, quando a empresa adquiriu a operação de varejo do grupo Sonae no Brasil e decidiu dar impulso a uma iniciativa que já era desenvolvida nas lojas da rede em Porto Alegre (desde 2002) e envolvia 1013 famílias de agricultores. Os objetivos e metas do projeto foram alinhados à política de sustentabilidade do Wal-Mart e o projeto foi ampliado. Em dezembro de 2007, já eram quase 1,4 mil produtores associados. Com um portfólio de mais de 850 itens, eles abastecem as áreas de hortifrutigranjeiros, açougue, peixaria, padaria e mercearia de 140 lojas do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Em maio de 2008, o Clube chegou à região Nordeste com adesão de 16 produtores baianos.
A divulgação da iniciativa para potenciais participantes é feita em parceria com as secretarias municipais e estaduais da agricultura e com as representações locais de órgãos do setor como a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) e Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina). Para participar do programa, os produtores precisam se comprometer com os parâmetros definidos pela empresa para a rastreabilidade dos produtos, cuidados com o meio ambiente, condições de trabalho e desenvolvimento econômico e social da sua região.
O aperfeiçoamento deve ser contínuo e, durante todo o processo, os produtores contam com a orientação gratuita do Clube para vencer as dificuldades e oferecer produtos cada vez melhores. A equipe de agrônomos do programa dá suporte aos processos produtivos, à gestão administrativa e ao desenvolvimento de temas ligados à contratação de mão-de-obra e à responsabilidade social. O projeto contribui para mudar a realidade da produção familiar, com a formalização dos negócios e profissionalização da gestão. Também oferece orientação sobre uso da terra e da água, aplicação de produtos químicos, gestão de resíduos e outras questões ligadas à preservação ambiental.
Nas lojas, a presença dos produtos diferenciados auxilia a empresa na tarefa de satisfazer os clientes, além de atrair a parcela dos consumidores que valorizam as iniciativas de comércio justo. Os artigos oriundos do Clube recebem uma sinalização especial e um selo de identificação que funciona para os consumidores como um certificado de qualidade e respeito ao meio ambiente.
O programa se destaca especialmente no setor de hortifrutigranjeiros das lojas. Na Região Sul, por exemplo, praticamente a totalidade dos fornecedores destes produtos faz parte do projeto. Para garantir o frescor dos produtos, até a logística de distribuição foi alterada. A maioria dos produtores do Clube (95%) entrega diretamente nas lojas, e os que levam para os Centros de Distribuição têm prioridade no desembarque. Em alguns casos, menos de três horas separam a colheita da gôndola, e algumas lojas recebem duas entregas diárias de produtos.
O papel do Clube dos Produtores na rede de abastecimento é ainda maior quando se avalia o segmento de produtos orgânicos. Além de serem responsáveis por todo o fornecimento às lojas da região, os produtores que integram o programa também estão ajudando a alterar o perfil de consumo: a garantia de qualidade que o projeto representa atraiu novos consumidores, e o aumento nas vendas possibilitou uma produção mais eficiente e a preços mais baixos para o consumidor final. Atraídos pelo novo nicho de mercado, muitos produtores tem se apoiado na orientação do Clube para converter o plantio convencional em produção orgânica certificada.
O programa é uma das plataformas de sustentabilidade do Wal-Mart e está alinhado com a política de relacionamento da empresa com a rede de fornecedores, que se caracteriza pela confiança, transparência e desenvolvimento conjunto dos negócios. Também integra as iniciativas comerciais da rede de desenvolver o segmento de mercado ligado ao consumo consciente.
São muitos os exemplos de pequenos produtores que contaram com o apoio do programa para conquistar o mercado. Doces de Pelotas, os doces artesanais de Pelotas, herança da colonização portuguesa e das levas de imigrantes alemães e italianos que chegaram à região no século XIX, sempre tiveram importância fundamental na economia da cidade, e desde 2003 são considerados por lei “Patrimônio Cultural do Rio Grande do Sul”. A cidade é conhecida como a Capital Brasileira do Doce, e as feiras do setor atraem compradores e turistas de diversas regiões do país. Com a qualidade reconhecida pelos consumidores, o que impedia a produção local de ganhar o mercado nacional era a própria natureza delicada dos doces, que não resistiam ao transporte em grandes distâncias.
Com a orientação da equipe do Clube dos Produtores uma microempresa da cidade desenvolveu embalagens que protegem até mesmo a fina massa folhada que caracteriza o Pastel de Santa Clara, garantindo uma apresentação impecável nos pontos de venda. Além da iguaria portuguesa, o projeto ajudou a tornar disponível, em outros estados brasileiros, receitas típicas da cultura doceira de Pelotas, como o camafeu, ninho (à base de ovos), trouxinha de nozes, pastel de Belém e panelinha de coco.
Ao final de 2007, 130 lojas do Wal-Mart no Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina já incluíam em seu sortimento os doces típicos de Pelotas, fazendo do grupo o principal canal de escoamento da produção. O produto chegará às lojas do interior de São Paulo no segundo semestre de 2008.
A massa fresca artesanal de Bento Gonçalves, outro produto típico do Rio Grande do Sul, inspirada nas receitas italianas, também contou com o impulso do Clube dos Produtores para ganhar o mercado em outros estados brasileiros. Nesse caso, a principal barreira para a ampliação da área de vendas era o prazo de validade do produto, cerca de uma semana. Por ser altamente perecível, o produto tinha poucas chances de competir com as massas secas, cujo prazo de comercialização ultrapassa os seis meses. A solução conjunta elaborada pelos produtores com a orientação da equipe do Wal-Mart foi adotar a embalagem com atmosfera modificada, que além de ampliar a validade do produto para mais de 30 dias, não interfere em seu diferencial competitivo: o frescor e o caráter artesanal da produção.
A pequena empresa familiar que elabora as massas foi uma das primeiras a aderir ao programa. Em quatro anos de relacionamento, multiplicou por 10 a produção e gerou novos empregos na região. A antiga sala de produção na residência da família ficou pequena para o trabalho, que foi transferido para uma agroindústria, onde mantém as mesmas características artesanais. Capeletti, tortei e espaguete da Serra Gaúcha são alguns produtos que atualmente estão à disposição dos consumidores nas lojas de toda a região Sul.
Em Salvador (BA), as lojas comercializam peixe, palmito e farinha de mandioca produzidos por cooperativas do Baixo Sul, que reúne 11 municípios e apresenta baixos níveis de desenvolvimento. O relacionamento com os produtores teve início em 2005. A divulgação nos pontos de venda e a regularidade na oferta impulsionaram o consumo, triplicando as vendas mensais de farinha e palmito, e quadruplicando as de peixe. Além de aumentar a renda das famílias produtoras, a ação também ajuda a desenvolver a região a partir da vocação produtiva local. No primeiro semestre de 2008, o grupo de fornecedores foi incluído no Clube dos Produtores, e passou a contar com a assessoria gratuita para melhoria dos processos produtivos e da qualidade do produto.
Resultados
Em auditorias anuais contratadas pelo programa, uma empresa terceirizada realiza uma vistoria detalhada de cada fase da produção, incluindo temas ligados ao meio ambiente, higiene, segurança alimentar, relação com empregados e colaboradores e aspectos legais e tributários. São analisados mais de 40 itens que são avaliados em uma escala de 1 a 5. A média ponderada de todos determina a nota final da empresa e orienta os produtores sobre os pontos fortes e suas oportunidades de melhoria.
O uso sistemático das informações vem garantindo a evolução de todos os integrantes do Clube dos Produtores. Quando foi implantado o sistema, a média geral das empresas era de 3,92 pontos. Na avaliação mais recente, realizada em dezembro de 2007, a pontuação média alcançou 4,65. A importância das auditorias é reconhecida pelos próprios produtores, que já estão negociando com o Wal-Mart para que a vistoria passe a ser semestral.
O programa não se trata de uma iniciativa assistencialista. Pelo contrário: a relação entre a empresa e os produtores busca aumentar a competitividade e eficiência da cadeia, com ganhos para todos os envolvidos. É a harmonia com as estratégias de negócio o que garante a continuidade do projeto. Ganha o produtor, que conquista novos mercados e remuneração mais justa; ganha o consumidor com acesso a produtos diferenciados e ganha a empresa ao poder oferecer melhor qualidade aos clientes. O equilíbrio destes três agentes realimenta o programa e garante, ainda, ganhos ambientais, com o controle da erosão e redução do uso de agrotóxicos e do consumo de água no cultivo. Desde que se respeite este conceito essencial, o Clube pode ser reproduzido por outras empresas ou entidades em todo o país.
Cargo
Coordenadora de Comunicação
Data do cadastro
Focos de Atuação
Instituição
Nome
ANA CAROLINA GARCIA
Número
385
Palavras Chave
Prática
OPORTUNIDADE PARA PEQUENOS E MÉDIOS PRODUTORES
Stakeholders
Status
Telefone
(11) 2103-5196