IMPRESSÃO GERAL

Em relação aos próximos 3 anos, na opinião dos entrevistados, a vida do varejista ficará, no mínimo, mais emocionante. A competitividade crescerá para 79,1%, a rentabilidade diminuirá para 45,2% deles e a concentração (peso dos 5 maiores do setor nas vendas) aumentará para 57,2% dos respondentes. A internacionalização dos negócios aumentará para 37,1% dos entrevistados. Acompanhe no quadro a seguir: 

E de onde virá essa emoção toda? De modificações na legislação, como a Lei Geral de Proteção de Dados, do Open Banking e do Cadastro Positivo. Parece que as incertezas da economia e os impactos da pandemia também tirarão o sono dos varejistas – neste caso, eles pouco sabem para onde as coisas irão. As exigências da sociedade por sustentabilidade, diversidade e responsabilidade social trarão um sabor novo à administração dos negócios. Hábitos de consumo diferentes, a valorização das experiências, compras online e as heranças da pandemia (o home office e a preocupação com higiene) também dominarão os pensamentos do gestor de varejo.

Super apps, inteligência artificial, big data, voice commerce, realidade virtual e 5G farão parte do arsenal de tecnologias a ser dominado pelo varejista do futuro – e eles já esperam por isso! Além disso, esperam a concorrência dos ecossistemas de negócios, como Alibaba e Amazon e estão temendo pela mudança da vocação comercial dos pontos físicos que hoje detêm.

Haja emoção!
 

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