Objetivo
Promover uma discussão aplicada sobre o uso da inteligência digital e das redes sociais como ferramentas estratégicas para ampliar a capacidade de análise, antecipação de tendências e tomada de decisão no mercado financeiro, conectando monitoramento digital, comportamento do consumidor e inteligência competitiva aos desafios atuais do setor.
Público-alvo
Executivos, gestores e profissionais com atuação estratégica e perfil sênior no mercado financeiro, interessados em ir além das análises tradicionais e explorar como a tecnologia, inteligência artificial, dados, marketing e redes sociais podem ampliar a compreensão sobre comportamento, percepção e tendências de mercado. Profissionais que buscam novas formas de interpretar sinais digitais para antecipar riscos, identificar oportunidades e gerar inteligência mais completa para tomada de decisão.
Coordenação
Professora de marketing da FGV-EAESP, pesquisando os efeitos da ocitocina no comportamento do consumidor. Possui estágio doutoral pela Concordia University (Montreal/Canadá) sob a supervisão do Dr. Gad Saad. Professora de Marketing e Comportamento do Consumidor. Bolsista CNPq em parceria com o Sebrae/SP pesquisando pequenas empresas e inovação. Interesses de pesquisa: experimentos, psicologia evolucionista, neuromarketing.
Programação
No mercado financeiro, informação sempre foi vantagem competitiva. Hoje, muitos dos sinais que antecipam movimentos de mercado, tendências, riscos e oportunidades surgem primeiro nas conversas digitais.
Voltado para o setor financeiro, o evento propõe uma discussão prática sobre como as redes sociais podem ampliar a capacidade de análise e tomada de decisão em um cenário cada vez mais influenciado pela dinâmica digital.
A partir das 8h da manhã do dia 25 de Junho, especialistas e professores convidados apresentarão cases e aplicações reais envolvendo monitoramento de mercado, comportamento do consumidor e inteligência competitiva, mostrando como a inteligência digital pode antecipar e gerar sinais relevantes antes mesmo de aparecerem nos indicadores tradicionais de finanças.
As conversas digitais já influenciam o mercado. A questão é quem está preparado para interpretá-las.
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